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A evolução do churrasco
A tradição do espeto corrido é um fenômeno razoavelmente novo. Famoso desde os anos 60 na região sul do país, o sistema também conhecido como rodízio de carnes permite que sejam saboreados todos os cortes disponíveis na casa, normalmente servidos no próprio espeto - daí o nome -, escolhendo a parte e o ponto que mais agradar. A grande explosão desse modelo de servir churrasco aconteceu com o surgimento da Fogo de Chão, que passou a levar a tradição do autêntico jeito gaúcho de fazer churrasco para o mundo.
A evolução da marca
Inaugurada no bairro da Cavalhada, em Porto Alegre, a churrascaria propôs um conceito novo: o de churrascaria dentro da cidade. O costume era tê-las na beira da estrada. O raciocínio foi simples: em vez de atender basicamente caminhoneiros, buscou-se os engravatados dos centros financeiros. Hoje é comum ver presidentes de empresas comendo Picanha nos restaurantes, no Brasil ou nos EUA.
Primeira logomarca criada em 1979
Identidade visual modernizada
Construção do Império
Quando foi aberta a primeira Fogo de Chão, em 1979, ninguém podia imaginar que a marca chegariam tão longe. Hoje este império do churrasco conta com 32 endereços, nove deles no Brasil e os outros 23 nos Estados Unidos. Aberta inicialmente em Porto Alegre, a marca foi para São Paulo, nos anos 80, com a preocupação de servir apenas saladas no bufê e bons cortes, proposta da qual nunca se desviaria. Hoje também há unidades em Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador, além das unidades nos Estados Unidos. Já são milhares de mestres churrasqueiros levando às mesas cortes de carne espetaculares.
Em busca da perfeição
A Fogo de Chão funciona inspirada no tripé qualidade, rapidez e bom gosto. Por isso, toda a equipe é arduamente treinada antes de ter contato com o público. Eles aprendem tudo sobre os tipos de carnes, identificam cada corte, têm conhecimento de vinhos e noções de nutrição. Além disso, eles são fluentes em inglês e, claro, entendem tudo de churrasco.
A conquista da América

Com mais de 30 anos, a Fogo de Chão pode ter sua trajetória resumida em três fases. A primeira foi da criação.

O objetivo era montar uma tradicional churrascaria gaúcha em Porto Alegre que se diferenciasse das demais.

A segunda fase foi a da nacionalização. Com a experiência adquirida no Sul, a expansão chegou a São Paulo, com a unidade de Moema (1986).
Com o sucesso, a casa acabou se tornando conhecida internacional-
mente, já que recebia clientes do mundo todo.

No final dos anos 90, a Fogo de Chão começou a planejar sua internacionalização.

Desde então, saiu do papel um plano de expansão tão acelerado quanto o vai-e-vem dos garçons.

Gaúcho com muito orgulho
O respeito à história e à cultura gaúcha está na raiz da Fogo de Chão, que carrega os valores da tradução farroupilha para onde quer que vá, por intermédio de suas casas. Do autêntico fogo de chão exposto na vitrine de cada restaurante à indumentária dos funcionários no salão, passando pela hospitalidade e pelo cavalheirismo, tudo evoca a cultura gaúcha.
Chimarrão
Símbolo da hospitalidade, o chimarrão é mais que um costume ou hábito dos gaúchos, é uma cultura, um ato de comunhão. A tradição é livre de preconceitos e representa a união entre pessoas comuns num sinal de democracia. Rico em nutrientes, a erva-mate faz bem ao coração e à alma. Até quem nunca vestiu uma bombacha, não dispensa mate amargo nas horas da prosa com os amigos num ritual de paz iniciado pelos nossos ancestrais, os índios guaranis.
Passo a passo
  • 1º ) Colocar erva-mate na cuia, aproximadamente até 2/3 de sua capacidade.

  • 2º ) Tapando a boca da cuia com a mão, procura-se, com a cuia de boca para baixo, através de leves movimentos para cima e para baixo, separar os talos e palitos da erva-mate propriamente dita.

  • 3º ) Inclina-se a cuia mais ou menos 45º e retira-se a mão, fazendo com que os palitos da erva fiquem na parte inferior (cestinho da cuia), formando uma trama que facilitará a entrada de água na peneira da bomba.

  • 4º ) Na mesma posição anterior despeja-se água fria ou morna (água fervente queima o mate, dando um gosto amarguento) até o topete da erva, que não deverá ser molhado. Aguarde até que a água seja absorvida (2 a 3 minutos).

  • 5º ) A colocação da bomba é um momento decisivo no preparo de um bom chimarrão. Tapando o bocal com o polegar, introduz-se a bomba no lado cheio d'água da cuia, até o fundo do cestinho. Com a cuia na posição vertical, coloca-se água quente. A temperatura ideal da água é 75 graus, obtida quando a chaleira começa a chiar.